Grandes jogadores brasileiros: Élber

Élber Giovane de Souza
Posição: atacante
Nascimento: 23/julho/1972 – Londrina/PR
15 jogos – 7 gols
Primeiro jogo: 05/02/1998 – Brasil 1×1 Guatemala (Gold Cup)
Último jogo: 05/09/2001 – Brasil 1×2 Argentina (Eliminatórias para a Copa)

Contratado ainda jovem pelo Milan, em 1991 após boa apresentação no Campeonato Mundial de Juniores do mesmo ano, Élber foi emprestado para o time suíço Grasshopper, onde se destacou, despertando interesse de equipes alemãs, para onde foi em 1994.

Após três temporadas em Sttutgart, Élber se transferiu para o Bayern de Munique, maior clube alemão nas últimas décadas. Na Baviera o atacante ganhou seus principais títulos e se tornou ídolo da torcida local, ele ficou por lá seis temporadas, marcando quase cem gols com a camisa do Bayern.

Talvez por preconceiro, já que Élber não havia jogado profisionalmente no Brasil, e porque a Alemanha era considerado um mercado secundário de clubes para os jogadores brasileiros, Élber não despertou a atenção de técnicos da Seleção até 1998, quando Zagallo o convocou para a disputa da Gold Cup,

Élber não foi à Copa do Mundo no mesmo ano devido a uma lesão no ombro. Com grande concorrência no ataque, Ronaldo, Romário e Edmundo se revezavam na Seleção, Élber jamais se firmou novamente no time nacional. Conseguiu porém marcar três gols em um amistoso contra os equatorianos.

Em 2003 Élber buscou novos ares se transferindo para o campeão francês Lyon, sem conseguir se firmar depois de uma temporada voltou para a Alemanha e depois para o Brasil, onde encerrou a carreira no Cruzeiro em 2006.

Élber é representante e olheiro do Bayern de Munique no país, ele foi um dos responsáveis pela transferência do jovem zagueiro Breno para a Alemanha.

Principais títulos conquistados durante a carreira
– Campeonato Alemão (1999/2000, 2000/2001, 2001/2002, 2003/2004)
– Campeonato Mineiro (2006)
– Champions League (2000/2001)
– Copa da Alemanha (2000/2001 e 2003/2004)
– Mundial de Clubes (2001)
– Campeonato Francês (2003/2004)

Por Fabricio Presilli
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Brazilian greats: Élber

Élber Giovane de Souza
Position: striker
Born: 23/July/1972 – Londrina/PR
15 games – 7 goals
First match: 05/02/1998 – Brazil 1×1 Guatemala (Gold Cup)
Last match: 05/09/2001 – Brazil 1×2 Argentina (World Cup Qualifying Tournament)

Transferred young to Milan in 1991, after a good performance in the Younger’s World Cup at the same year, Élber went on loan to Swiss side Grasshopper, where he managed to score lots of goals, opening the eyes of some German clubs that wanted his football, he went to Germany in 1994.

After three seasons playing for Stuttgart, Élber moved to Bayern Munchen, the powerhouse of German football lately. In Bayern Élber had his best years and won some great titles, becoming an idol for the local supporters. Élber stayed there for six seasons, scoring almost one hundred goals with Bayern.

The reasons for the lack of attention from the coaches towards Élber is unclear, Zagallo however gave the striker a chance and he played well in the Gold Cup Brazilian finished in third. Élber didn’t made to the World Cup that year because of a shoulder injury. Moreover Brazil had some great forwards at that time, Ronaldo, Romário and Edmundo where constantly at the team.

In 2003 Élber moved to France, winning a French Ligue1 with Lyon but moving back to Germany after just one season. After a short spell in Monchengladbach he came back to Brazil to play for Cruzeiro in 2006, where he retired from football.

Élber is now a representative and scout for Brazilian players for Bayern Munchen, he is responsible for the transfer of young promising back Breno for the German club.

Main titles during his career
– German Bundesliga (1999/2000, 2000/2001, 2001/2002, 2003/2004)
– Campeonato Mineiro (2006)
– Champions League (2000/2001)
– German Cup (2000/2001 e 2003/2004)
– Club World Championship (2001)
– French Ligue1 (2003/2004)

Tradução de Fabricio Presilli

Com Ronaldo, Zagallo vence revanche com uruguaios

Mário Jorge Lobo Zagallo era novamente o treinador da Seleção Brasileira em 11 de outubro de 1995 e dava continuidade a mais uma renovação da equipe que acabara de ser campeã do mundo. O tetracampeonato conquistado na Copa dos Estados Unidos, com um show de Romário.

Daquele time, estavam apenas Cafu, Márcio Santos, Mauro Silva, Bebeto e Ronaldo. Ao mesmo tempo, entre os que foram convocados para a Copa do Mundo da França, três anos depois, estavam Carlos Germano, Cafu, André Cruz, Roberto Carlos, Zé Roberto, Rivaldo e Giovanni. Quase um time inteiro.

Outros jogadores que eram apostas de Zagallo, como o zagueiro Narciso, o volante Amaral e atacante Sávio, jamais teriam a chance de jogar com o time brasileiro por uma Copa do Mundo.

O jogo tinha certo sabor de revanche. Três meses antes o Brasil perdera a Copa América para o próprio Uruguai nos pênaltis. O time brasileiro ainda saiu na frente com gol de Túlio. Mas os uruguaios empataram e, em casa, ficaram com o título quando o mesmo Túlio perdeu a quarta cobrança.

O grande destaque da equipe uruguaia naquela Copa América era o craque Francescoli, no alto de seus 33 anos, que já não estava mais no time de Hector Nuñes. Isso talvez tenha facilitado a vitória brasileira em Salvador. Durante a partida, porém, entrou um outro bom jogador uruguaio: o meia-atacante canhoto Magallanes, que acabou jamais se firmando na seleção celeste.

Quem começava a se firmar era Ronaldo, que ainda não era dono da posição do time brasileiro. Tanto que esta era apenas a quinta partida que entrava como titular do time no ano. E o fenômeno não deixou por menos, e marcou os dois gols na vitória brasileira por 2 a 0. Apesar disso, nos outros dois jogos que o Brasil fez na temporada, o craque sequer entrou em campo.

Ficha técnica: Brasil 2×0 Uruguai

Brasil
Carlos Germano [Vasco]; Cafu [Palmeiras], Márcio Santos [Fiorentina-ITA] (Narciso) [Santos], André Cruz [Napoli-ITA] e Roberto Carlos [Internazionale-ITA] (Zé Roberto) [Portuguesa]; Mauro Silva [La Coruña-ESP], Amaral [Palmeiras], Rivaldo [Palmeiras] e Giovanni [Santos]; Bebeto [La Coruña-ESP] e Ronaldo [PSV Eindhoven-HOL] (Sávio) [Flamengo]
Técnico: Zagallo.

Uruguai
Ferro; Mendez, Herrera, Moas e Montero (Adinolfi); Bengoechea, Gutíerrez (Gonsalez), Sarilegui (Vanzini) e Poyet; Martinez (Magallanes) e O’Neill (Aberon)
Técnico: Hector Nuñez.

Data: 11 de outubro de 1995
Competição: Amistoso
Local: Estádio da Fonte Nova, em Salvador, Bahia
Árbitro: José J. Torres Cádena

Por Raoni David

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With Ronaldo, Zagallo win rematch against Uruguay

Mário Jorge Lobo Zagallo was once again Brazil’s head coach in october 11th of 1995, and he would continue to remodel the team that just won the 1994 World Cup, with a fabulous performance from Romário.

From the 1994 squad only Cafu, Márcio Santos, Mauro Silva, Bebeto and Ronaldo were still in the team. At the same time among the new players some still were in the team when the next World Cup came, in 1998, Carlos Germano, Cafu, André Cruz, Roberto Carlos, Zé Roberto, Rivaldo and Giovanni, entire squad.

Other players never had the chance to play a match in the World Cup, like Narciso, Amaral and Sávio.

The game had a special flavour, three months before Brazil lost the Copa América to the uruguayans on penalties tie-braker. The brazilians scored first back then with Túlio, but the home team managed to draw and keep the title, the same Túlio was decisive as he lost his penalty kick.

Uruguay could still rely on the great Enzo Francescoli, 33 at that time, in the Copa América, now retired from international football. That probably made the brazilian win easier in Salvador. During the match however a lefty went to the pitch and impressed, Magallanes however never really got a steady place in Uruguay’s roster.

A player that started to feel better in yellow was Ronaldo, that was his fifth game as a starter in the Seleção that year, and he left an impression by scoring the two brazilian goals that time. In spite of that, on the other matches Brazil’s played later that season Ronaldo didn’t come off the bench.

Brazil 2×0 Uruguay

Brazil
Carlos Germano [Vasco]; Cafu [Palmeiras], Márcio Santos [Fiorentina] (Narciso) [Santos], André Cruz [Napoli] and Roberto Carlos [Internazionale] (Zé Roberto) [Portuguesa]; Mauro Silva [La Coruña], Amaral [Palmeiras], Rivaldo [Palmeiras] and Giovanni [Santos]; Bebeto [La Coruña] and Ronaldo [PSV Eindhoven] (Sávio) [Flamengo]
Coach: Zagallo.

Uruguay
Ferro; Mendez, Herrera, Moas and Montero (Adinolfi); Bengoechea, Gutíerrez (Gonsalez), Sarilegui (Vanzini) and Poyet; Martinez (Magallanes) and O’Neill (Aberon)
Coach: Hector Nuñez.

Date: 11th october 1995
Competition: Friendly
Place: Fonte Nova Stadium, Salvador, Bahia
Referee: José J. Torres Cádena

Tradução de Fabricio Presilli

Goleada para acalmar os ânimos

Auxiliar técnico de Vanderlei Luxemburgo, Candinho avisava: o Brasil vai terminar o primeiro turno das Eliminatórias para a Copa do Mundo de 2002 em segundo lugar. E com o mundo caindo sobre Luxa após a conquista da medalha de bronze em Sidney, o próprio Candinho foi o treinador na partida que colocou a Seleção Brasileira no segundo lugar.

Em oito de outubro de 2000, a seleção venezuelana seria o adversário. O Brasil, ainda comandado por Luxa, vinha de goleada sobre a Bolívia, no Maracanã, por 5 a 0, e em Maracaíbo, contra a ainda inexpressiva Venezuela (como cresceu o futebol do país de Hugo Chávez!), a história não poderia ser diferente.

Romário, que não jogaria a Copa do Mundo na Ásia, com a seleção já sob o comando de Felipão, e que estava mordido por ficar de fora das Olimpíadas, comandou a festa e balançou a rede quatro vezes. Euller e Juninho Paulista completaram a festa vascaína.

O time da Colina, que dois meses mais tarde seria campeão da Copa João Havelange, deu o tom no time do meio pra frente. Juninho Pernambucano vestiu a nove, o Paulista ficou com a dez. Romário tinha a histórica camisa 11 e Euller, jogou com a sete.

Outra curiosidade da partida, foi a pouca presença de jogadores atuando fora do país. Dos 14 que participaram do jogo, apenas cinco eram ‘estrangeiros’. Da Itália vinham Cafu e Antônio Carlos, que ainda estava na Roma, além de Vampeta, jogador do Inter de Milão. Sylvinho estava no Arsenal da Inglaterra e Zé Roberto, no Bayer Leverkusen, da Alemanha.

Ficha técnica: Venezuela 0x6 Brasil

Venezuela
Angelucci; Jimenez, Alvarado, Gonzalez e Martínez; Garcia (Savarese), Echenaussi (Arango), Farias e Rey; Ornellas e Morán (Paez)
Técnico: José Omar Pastoriza

Brasil
Rogério Ceni [São Paulo]; Cafu [Roma-ITA], Antônio Carlos [Roma-ITA], Cléber [Cruzeiro] e Sylvinho [Arsenal-ING]; Donizete Oliveira [Cruzeiro], Vampeta [Internazionale-ITA], Juninho Pernambucano [Vasco] (Zé Roberto) [Bayer Leverkusen-ALE] e Juninho Paulista [Vasco] (Ricardinho) [Cruzeiro]; Euller [Vasco] (Marques) [Atlético Mineiro] e Romário [Vasco]
Técnico: Candinho

Data: 08 de outubro de 2000
Competição: Eliminatórias para a Copa do Mundo de 2002
Local: Estádio Pachencho Romero, em Maracaíbo
Árbitro: Ubaldo Aquino.

Por Raoni David

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Tons of goals to give morale

As an assistant for coach Vanderlei Luxembrugo, Candinho warned: Brazil will finish the first half of the Qualifiyng Tournament for the 2002 World Cup in second place. With the world’s weigth on Luxemburgo’s shoulders after he managed to win only a bronze medal in the Sydney Olympics, not good enough for the brazilians considering the national team never won gold, it took up to himself to put the Seleção on that second spot he predicted.

On october 8th of 2000, the national Venezuelan team would be the opponents. Brazil’s last game was under coach Luxemburgo, a pack of 5 goals against Bolívia at Maracanã Stadium, and in Maracaibo they would play the underdog local team (how grown is local football in the land of Hugo Chavez now!), the story could not be different.

Romário, that eventually would not play in the World Cup already under coach Felipão, was holding a grudge because of being left off the Olympic Tournament, lead the way with four goals. Euller and Juninho Paulista putted to bed the Vasco party. All of them were teamates at the carioca club.

Vasco would eventually be the champion for Copa João Havelange that year, and they set the tone of the team in the front. Juninho Pernambucano worn number 9, Paulista with number 10, Romário with his historic 11 and Euller with the lucky 7.

Another curious thing that happened in that game was the slim presence of players from abroad, a tendence in brazilian national squads lately. From the 14 the played only five of them had contracts with clubs from outside Brazil. From Italy Cafu and Antônio Carlos, still in Rome, besides Vampeta that played in Internazionale, Sylvinho was in Arsenal and Zé Roberto in german club Bayer Leverkusen.

Venezuela 0x6 Brasil

Venezuela
Angelucci; Jimenez, Alvarado, Gonzalez and Martínez; Garcia (Savarese), Echenaussi (Arango), Farias and Rey; Ornellas and Morán (Paez)
Coach: José Omar Pastoriza

Brasil
Rogério Ceni [São Paulo]; Cafu [Roma], Antônio Carlos [Roma], Cléber [Cruzeiro] and Sylvinho [Arsenal]; Donizete Oliveira [Cruzeiro], Vampeta [Internazionale], Juninho Pernambucano [Vasco] (Zé Roberto) [Bayer Leverkusen] and Juninho Paulista [Vasco] (Ricardinho) [Cruzeiro]; Euller [Vasco] (Marques) [Atlético Mineiro] and Romário [Vasco]
Coach: Candinho

Date: 08th october 2000
Competition: 2002 World Cup Qualifiers
Place: Pachencho Romero Stadium, in Maracaíbo
Referee: Ubaldo Aquino.

Tradução de Fabricio Presilli

Dunga é o cara!

Dunga é o cara! Não é provocação, é sério. Foi subestimado quando jogador por toda imprensa e opinião pública, dando seu nome como apelido para uma fase horrível da Seleção Brasileira. ‘Era-Dunga’. Assim ficou conhecido o período em que o aguerrido volante usou a amarelinha.

Mas junto com ele, geralmente, tinha mais um volante e outros três zagueiros. Enquanto isso, craques como Careca, Renato Gaúcho, Bebeto e Romário, viviam no banco de reservas. Deste jeito não tinha seleção que encantasse. Mas a culpa era dele, Dunga!

Chegou a Copa de 94 e sem tantos craques, mas com menos zagueiros, o Brasil conquistou o tetracampeonato, que era esperado há trinta anos, e nomes como Ademir da Guia, Zico e Sócrates não conseguiram conquistar. Dunga conquistou, e como capitão ergueu a taça. E durante a competição, mostrou que não era tão ruim assim com lançamento para gol e cobrança de pênalti na decisão contra Itália.

Em 1998, nova reviravolta, mas desta vez, não era Dunga quem estava no olho do furacão, e sim, Ronaldo. Sobre o capitão, o que diziam, fazia referência à uma possível discussão com Leonardo no vestiário da partida contra a França, fato que explicaria a aparente apatia do sempre guerreiro camisa 8. Enfim, Dunga parecia encerrar sua carreira na seleção por cima. Campeão em 94 e ileso do vexame de 98.

Mas este não era o fim. E Dunga voltou, para iniciar a carreira como técnico. O fato gerou críticas. Como era possível, alguém iniciar a carreira como técnico no cargo mais concorrido por todos os outros. E lá ia Dunga, para mais uma fase de críticas, talvez até mais ácidas que na época de jogador.

Mas Dunga não aceitaria o cargo à toa. Sabia do que era capaz e aos poucos, deu sua cara ao time brasileiro, que passou a jogar com raça, vontade, boa estrutura tática (parecida com as de 94 e 98, é verdade), mas bem definida. Com isso, o futebol brasileiro reapareceu na camisa que o torcedor se acostumou a ver jogadores já consagrados, se arrastarem em campo.

E assim se fez, nova torcida pela seleção! Parabéns Dunga!

Por Raoni David
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Dunga is the MAN!

Dunga is the man! No, I am being serious, it is not a joke. When he played nobody believed he had what it takes to play in the Seleção, Dunga even became a reference of a bad phase for the team, the “Dunga Era”. This nickname is often used to remember the years that the strong full back worn the famous yellow one.

Often Dunga played with another back, plus other three defenders, and left players like Careca, Bebeto, Renato Gaúcho and even Romário benched. With a roster like that there was no way a team could ever bring a class act, and the brazilians select Dunga to blame for the team poor play.

So it arrived 1994, and without so many great players to rely on, and with fewer backs than previous years, the Seleção finally won the fouth title that was due for almost thirty years. Leaving legends such as Ademir da Guia, Zico and Sócrates without a World Cup trophy. Dunga earned and as team captain raised the gold, during the competition he showed his evolution as a player, giving assistants and even scoring a penalty kick during the final decider.

Another turn around came in 1998, but this time Dunga was not in the center of it all, it was Ronaldo´s time. About the capitain it is said that he had an argument with Leonardo in the locker room that could explain his poor performance in the final against the french. Those were what we believed to be his last years in the Seleção.

To prove the world was wrong Dunga came back, starting a coaching carreer from the top. Critics said that nobody could ever had a first gig on a coaching position in the most wanted teams of all, and again Dunga received a hard dose of criticism and again had to prove everybody was wrong.

He knew what he is capable of, game by game he gave his flavour to the team, grit and spirit, a good tactical structure (similar to those in 94 and 98 in fact), but well defined. Now the yellow shirt is back with great players, sometimes failing to give their best, but improving with time.

Because of him a new kind of cheering was born, congrats Dunga!

Tradução de Fabricio Presilli